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sábado, 13 de julho de 2013

Topico da semana!

Problemas comportamentais em cavalos(conhecer para corrigir):
E normal os cavalos terem problemas comportamentais que podem ser evitados e prevenidos mas se vierem a acontecer, difíceis de mudar, o que só pode ser feito com paciência e conhecimento!
Como disse a cima conhecer para corrigir, nem sempre os maus comportamentos existem pois o cavalo de certa forma "gosta" de os fazer porque se aproveita da pouca experiência de quem o monta muitas fezes pode ser esta razão mas pode ser um trauma ou medo por exemplo um cavalo que não quer passar perto de um carro ou que quando ouve o barulho do mesmo e  tem medo.
Mas a causa também pode ser falta de nutrientes como acontece quando o animal  masca a madeira, o que acontece principalmente em cavalos em estábulos!
Falta de exercício ou tédio!
Este e um assunto muito complexo que não posso explicar só num texto sem que fique grande e secante!
Por isso esta foi a introdução de um novo tópico da semana!
Então se este tema lhe interessa siga o meu blog e fácil e n se vai arrepender!
Problemas comportamentais me cavalos(conhecer para corrigir), que se vai dividir em 9 textos:

  1. Os sentidos do cavalo;
  2. Tipos de comportamentos parte 1;
  3. Tipos de comportamentos parte 2;
  4. Comportamento anormal/vícios;
  5. Problemas de comportamento em cavalos;
  6. Possíveis causas parte 1;
  7. Possíveis causas parte 2;
  8. Identificar a causa do mau comportamento parte 1;
  9. Identificar a causa do mau comportamento parte 2; 



quinta-feira, 4 de julho de 2013

Vídeos informativos!

Não consigo pensar numa maneira mais simples e divertida de aprender como cuidar de um cavalo, entre outras coisas, sem sair do sofá, claro que preferia-mos ter um botão que nos teletransporta-se para o nosso centro hípico ou para perto do nosso cavalo!
Mas por enquanto, quando não nos apetece ler textos intermináveis, temos o nosso querido youtube, entre vários vídeos em Inglês consegui encontrar vídeos em português, que vão fazer dias de chuva ou dias em que esta, tanto calor que ler cansa (como o dia de hoje!),muito mais divertidos.


http://www.youtube.com/watch?v=6FvITXmb-2Q

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Mudanças, Ideias e Cavalos!

Ola amantes de cavalos, a minha maneira de escrever vai mudar, vou começar a ter mais cuidado com a escrita,  e  a apresentação dos post, mas continuando a ser a mesma tenho como sempre de continuar a fazer piadas secas mencionar a beleza dos One Direction e sem esquecer o meu amor por cavalos, que mesmo as diferenças de idade e nacionalidade e claro estilos de musica este blog vai sempre tentar satisfazer as duvidas dos amantes de cavalos e curiosidades, estou a pensar começar um historia uma espécie de livro,  sobre uma rapariga que adora cavalos e as suas aventuras sem esquecer os seus problemas e muito mais quem me deu a ideia foi um blog chamado Amantes de Cavalos, se ela n se importar vou me inspirar na ideia dela vejam o blog dela e o mínimo que posso fazer:http://cavalosomelhorqueomundotem.blogspot.pt/

Tópico da semana!

Problema dentario
Problemas dentários  nos cavalos são
cada vez mais comuns ao tirar-mos o
 cavalo do seu habitat natural os dentes
 não sofrem o desgaste natural, pois na
 natureza os cavalos passam bastante do seu tempo a pastar pois as ervas não tem tantos nutrientes como as rações que são feitas a pensar no trabalho do cavalo, idade e problemas de saúde.
Para alem de causarem desconforto os problemas dentários podem levar a cólicas que são muitas vezes fatais, desconforto, e perda da condição física e queda de performance atlética.
Proprietários, veterinários e criadores estão a começar a dar mais importância a esta ainda nova vertente veterinária.
Alguns dos problemas mais comuns são:

  1. Excesso de esmalte:Pontas dentárias, que em excesso, podem lesionar as bochechas e a língua, causando dificuldade a mastigar e desconforto com o uso de cabeçada e embocadura.
  2.  Maloclusão: ou seja, uma relação anormal entre os dentes superiores e inferiores, que pode causar formações pontiagudas, como excesso de pontas de esmalte, bicos e ganchos e desnivelamento, como rampas e degraus nos dentes.
  3.  Dente do lobo:Este dente é vestigial, não tem função na mastigação, mas pode ferir as bochechas, a língua, e/ou entrar em choque com o bridão, podendo ser extremamente desconfortável.
  4. Desordens de erupção: Dentes decíduos (de leite) impactados são mais comuns do que se pensa, e necessitam de extração, pois podem causar distúrbios na erupção dos dentes permanentes, doença periodontal e dor.
  5.  Fraturas dentárias: Fraturas são comumente encontradas no exame da cavidade oral de cavalos. Fraturas com fragmentos deslocados podem causar dor nas bochechas e na língua, promover exposição e eventual contaminação da polpa dentária com conseqüente doença endodôntica e formação de abscesso periapical.
Desde potros os cavalos devem começar a ter exames orais pois podem ser descobertos problemas que podem e devem ser resolvidos mas cedo possível , como as pessoas e mais fácil uma criança de 10 anos endireitar os dentes com um aparelho do que um adulto, e com os cavalos e parecido, quanto mais cedo melhor!
Os cavalos devem ter exames orais pelo menos duas vezes por ano, pois um problema dentário pode interferir na longevidade do cavalo performance e bem estar, e como amantes de cavalos só queremos o seu melhor, toca a ligar para o dentista equino!!

A "saúde bucal" mostra tanta importante como vacinas.
Mas não posso deixar de dar a minha opinião  concordo com tudo escrito a cima(ate porque fui eu que escrevi), mas para cavalos que se encontram a campo, o desgaste dos dentes ocorre naturalmente sendo assim a necessidade de exames dentários  menor, por isso em vez de 2 vezes por ano 1 ou ate 1 a cada dois anos, mas esta e a minha opinião valendo o que vale e sublinhando que não sou especialista em medicina veterinária nem nada parecido.
Sou só uma amante de cavalos, que lê muita para estar preparada quando finalmente comprar o meu cavalo!
Fonte:
http://www.tudosobrecavalos.com/Doencas_Equinas.htm#C

domingo, 30 de junho de 2013

O nome do blog!

Mudei o nome do blog para poder ser mais facilmente encontrado,  por todos os amantes de cavalos, pois sei que todos que gostam de cavalos ou andam na equitação já escreveram no motor de pesquisa, adoro cavalos para verem o que encontram!!!

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Tópico da semana

Ola a muito muito que não escrevo nada no blog, culpada, mas mais vale tarde do que nunca!
Neste tópico da semana vou "falar" sobre:

  1. Problemas de cascos!
  2. Como agir se cair-mos e ninguém estiver por perto!
Problemas de cascos:
A manutenção dos cascos dos cavalos e extremamente importante sem cascos não a cavalos, os cascos são feitos do mesmo material que compõe as nossas unhas, creatina.
Por isso a manutenção dos cascos e muito importante, desde uma boa ferração e aparar os cascos de 4 a 6 semanas, pois uma ma ferração pode levar a vários problemas nos cascos e desconforto ao cavalo, e utilizar unto para os cascos de uma vez por mês a mais dependendo do estado dos cascos.
Mas para que serve mesmo o unto para os cascos?(começar one direction na VH1 AHAHAH ONE AWAY OR ANOTHER!!)
Desinfecta o casco e previne a podridão assegurando a sua higiene correta do casco e se n me engano também serve para quando o casco esta seco(desidratado).
Problemas comuns:

  • Abcessos – Infecção na parte mais mole do pé que resulta geralmente de uma lesão. Causa dor e letargia no cavalo.
  • Calos – Zona amarelada que pode levar ao desenvolvimento de abcessos. Resultam de uma má ferração.
  • Doença da linha branca – Separação da parede do casco na zona da linha branca. É geralmente uma consequência da laminite, um fungo ou uma má ferração.
  • Doença do navicular – Inflamação do osso navicular e tecidos envolventes. As principais causas são a genéticas, uma má conformação, dieta desequilibrada ou lesão devido à pressão constante sobre superfícies duras. Provoca letargia no cavalo.
  • Fendas – Falhas verticais que começam na zona de contacto com o chão. Podem ser superficiais ou profundas. São resultado de uma má ferração, tempo quente, dieta desiquilibrada ou constante pressão sobre superfícies duras. Geralmente não afecta o comportamento do cavalo, mas devem ser tratadas assim que sejam detectadas.
  • Laminite – Inflamação das estruturas laminares, também conhecidas por lamelas ou lâminas, que interrompe a circulação. É um dos problemas mais comuns nos cavalos e sobretudo póneis. Pode ser causada por uma má ferração, toxicidade das cólicas, alguns medicamentos, lesão ou excesso de carga.
  • Podridão da ranilha – Infecção bacteriana que causa mau cheiro e amolece a zona da ranilha. Pode resultar de uma má limpeza dos cascos.

Informação tirada: http://arcadenoe.sapo.pt/article.php?id=589



Como agir se cairmos e ninguém estiver por perto:
O mais seguro e recomendável e nunca ir dar passeios sozinha mas para quem tem cavalos em casa e mais ninguém perto que tenha cavalos e difícil por isso o melhor que se pode fazer e avisar que vamos dar um passeio e dizer onde, se cairmos e tivermos o azar de n termos rede e de ser mesmo muito mau alguém a de vir a nossa procura!
Se não for grave levantas-te e voltas a montar ou vais para casa com o cavalo a mão se o cavalo estiver ferido e para isso que deve-mos sempre levar um mini kit de emergência!
post sobre o assunto:http://adorocavalos2.blogspot.pt/2013/03/topico-da-semana.html
http://adorocavalos2.blogspot.pt/2013/03/topico-da-semana_25.html
Mas eu não posso falar muito mesmo ja andando a quase 5 anos na equitação nunca cai, o que acham isso a mau ou bom?Quantas vezes ja cais-te?
Deixem a vossa opinião nos comentários!






sexta-feira, 29 de março de 2013

Topico da semana!

Doenças de pele:

Os fungos estão normalmente presentes no meio ambiente e na pele dos animais com uma certa abundância, mas apenas algumas espécies apresentam a capacidade, em determinadas circunstâncias, de causar doença. Tradicionalmente, os problemas de pele nos cavalos não são considerados situações particularmente preocupantes. Na verdade, alguns acabam por se resolver espontaneamente sem qualquer tipo de tratamento, embora possa demorar algum tempo. Outros, porém, tornam-se bastante críticos, quer pela possibilidade de contágio ao homem, como é o caso da tinha (infecção por fungos) e da sarna (infecção por ácaros, pequenos parasitas da pele), quer pela gravidade da doença propriamente dita e dos seus sintomas.

(Hipersensibilidade à picada das moscas)

Animais com prurido intenso, por exemplo, coçam-se até no próprio arreio ou em qualquer superfície rugosa ou mesmo cortante, provocando feridas que constituem uma porta de entrada para todo o tipo de infecções. Vamos agora debruçar-nos sobre algumas situações que afectam a pele dos cavalos, começando pelas mais frequentes. Os fungos estão normalmente presentes no meio ambiente e na pele dos animais com uma certa abundância, mas apenas algumas espécies apresentam a capacidade, em determinadas circunstâncias, de causar doença (tinha ou dermatofitose). Por essa razão, uma amostra de pêlos que revele a presença de fungos não é necessariamente significativa. Por outro lado, os fungos são agentes que facilmente se instalam secundariamente quando outros factores danificam a pele, ou mesmo quando o sistema imunitário se encontra enfraquecido, não sendo por vezes a causa primária da doença. Neste tipo de infecção por fungos (dermatófitos) os animais afectados apresentam várias áreas de descamação e alopécia (zonas sem pêlo), com ou sem prurido, não estando geralmente envolvidos a crina e a cauda.

(Infecção por Fungos)

As situações de natureza alérgica são também bastante frequentes, podendo ser causadas por alimentos, pelo contacto com produtos químicos aplicados nas instalações, por medicamentos, por produtos de limpeza ou insecticidas aplicados sobre os animais, por picadas de insectos, etc.. As picadas das moscas são precisamente uma das principais causas de reacções alérgicas no cavalo. Existe uma grande variedade capaz de desencadear este tipo de reacções, mas as Culicoides são talvez as mais frequentes. São moscas extremamente pequenas (1 a 3 mm) mas de picada dolorosa, activas em tempo quente e sem vento (pois são fracas voadoras) e alimentam-se desde o cair da noite até ao amanhecer. As larvas desenvolvem-se em águas estagnadas. Apenas alguns cavalos desenvolvem uma reacção de hipersensibilidade às suas picadas, havendo uma certa predisposição familiar. As lesões localizam-se na cabeça, orelhas, peito, crina e base da cauda, podendo variar consoante a espécie de Culicoides. O prurido intenso é o principal responsável pelas lesões, levando os animais a coçarem-se em qualquer aresta ou mesmo a morderem-se. Esta situação tende a agravar-se ano após ano, após uma aparente melhoria durante os meses de Inverno, e não tem cura desde que estejam presentes Culicoides.

Infecção por fungos

O seu tratamento passa, portanto, pelo controlo destes insectos através do estábulo durante os períodos em que estes se alimentam, do uso de insecticidas ou repelentes, de redes para mosquitos, e ainda pela administração de medicação apropriada de modo a eliminar ou reduzir o prurido. Outros agentes que podem causar prurido intenso são os ácaros da sarna. Estes parasitas provocam lesões com localização diferente consoante a espécie a que pertençam: na cabeça e pescoço, na base da crina e da cauda, ou nos membros, mas em fases avançadas as lesões podem espalhar-se a outras zonas. Esta doença transmite-se por contacto directo e é contagiosa ao homem, embora geralmente sem grande gravidade. Certos animais desenvolvem reacções inflamatórias superficiais em zonas brancas ou despigmentadas do corpo (geralmente no focinho e na extremidade dos membros). São processos de fotosensibilização, associados geralmente à ingestão de certas plantas ou a alterações do metabolismo do fígado. Como podemos constatar, situações aparentemente idênticas podem ter causas bastante distintas.

Fotossensibilização 

A base da cauda coçada e sem pêlo, por exemplo, é geralmente um sinal de parasitismo intestinal, mas também pode tratar-se de um caso de hipersensibilidade à picada de insectos, alergia alimentar, sarna ou apenas um vício comportamental. Mesmo depois do cavalo parar de se coçar ainda temos de esperar um a dois meses até a cauda voltar a crescer. Os tratamentos usados em dermatologia equina são muito variados consoante a situação a que se destinam, mas convém não esquecer que tratar os animais pode não ser suficiente: o ambiente, as camas, o material de limpeza, os arreios, devem merecer atenção pois estão muitas vezes implicados. Quanto aos cavalos de competição, fica também uma chamada de atenção: uma simples pomada, spray ou qualquer outro produto aplicado sobre a pele pode conter substâncias que, ao serem absorvidas, poderão vir a ser detectadas mais tarde nos testes de controlo antidoping.



Fonte: http://www.tudosobrecavalos.com