Um blog sobre tudo e nada! Sobre moda,equitação,a vida, adolescência,problemas, formas de pensar...liberdade e mudança!
domingo, 30 de junho de 2013
O nome do blog!
Mudei o nome do blog para poder ser mais facilmente encontrado, por todos os amantes de cavalos, pois sei que todos que gostam de cavalos ou andam na equitação já escreveram no motor de pesquisa, adoro cavalos para verem o que encontram!!!
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Tópico da semana
Ola a muito muito que não escrevo nada no blog, culpada, mas mais vale tarde do que nunca!
Neste tópico da semana vou "falar" sobre:
A manutenção dos cascos dos cavalos e extremamente importante sem cascos não a cavalos, os cascos são feitos do mesmo material que compõe as nossas unhas, creatina.
Por isso a manutenção dos cascos e muito importante, desde uma boa ferração e aparar os cascos de 4 a 6 semanas, pois uma ma ferração pode levar a vários problemas nos cascos e desconforto ao cavalo, e utilizar unto para os cascos de uma vez por mês a mais dependendo do estado dos cascos.
Mas para que serve mesmo o unto para os cascos?(começar one direction na VH1 AHAHAH ONE AWAY OR ANOTHER!!)
Desinfecta o casco e previne a podridão assegurando a sua higiene correta do casco e se n me engano também serve para quando o casco esta seco(desidratado).
Problemas comuns:
Informação tirada: http://arcadenoe.sapo.pt/article.php?id=589
Como agir se cairmos e ninguém estiver por perto:
O mais seguro e recomendável e nunca ir dar passeios sozinha mas para quem tem cavalos em casa e mais ninguém perto que tenha cavalos e difícil por isso o melhor que se pode fazer e avisar que vamos dar um passeio e dizer onde, se cairmos e tivermos o azar de n termos rede e de ser mesmo muito mau alguém a de vir a nossa procura!
Se não for grave levantas-te e voltas a montar ou vais para casa com o cavalo a mão se o cavalo estiver ferido e para isso que deve-mos sempre levar um mini kit de emergência!
post sobre o assunto:http://adorocavalos2.blogspot.pt/2013/03/topico-da-semana.html
http://adorocavalos2.blogspot.pt/2013/03/topico-da-semana_25.html
Mas eu não posso falar muito mesmo ja andando a quase 5 anos na equitação nunca cai, o que acham isso a mau ou bom?Quantas vezes ja cais-te?
Deixem a vossa opinião nos comentários!
Neste tópico da semana vou "falar" sobre:
- Problemas de cascos!
- Como agir se cair-mos e ninguém estiver por perto!
A manutenção dos cascos dos cavalos e extremamente importante sem cascos não a cavalos, os cascos são feitos do mesmo material que compõe as nossas unhas, creatina.
Por isso a manutenção dos cascos e muito importante, desde uma boa ferração e aparar os cascos de 4 a 6 semanas, pois uma ma ferração pode levar a vários problemas nos cascos e desconforto ao cavalo, e utilizar unto para os cascos de uma vez por mês a mais dependendo do estado dos cascos.
Mas para que serve mesmo o unto para os cascos?(começar one direction na VH1 AHAHAH ONE AWAY OR ANOTHER!!)
Desinfecta o casco e previne a podridão assegurando a sua higiene correta do casco e se n me engano também serve para quando o casco esta seco(desidratado).
Problemas comuns:
- Abcessos – Infecção na parte mais mole do pé que resulta geralmente de uma lesão. Causa dor e letargia no cavalo.
- Calos – Zona amarelada que pode levar ao desenvolvimento de abcessos. Resultam de uma má ferração.
- Doença da linha branca – Separação da parede do casco na zona da linha branca. É geralmente uma consequência da laminite, um fungo ou uma má ferração.
- Doença do navicular – Inflamação do osso navicular e tecidos envolventes. As principais causas são a genéticas, uma má conformação, dieta desequilibrada ou lesão devido à pressão constante sobre superfícies duras. Provoca letargia no cavalo.
- Fendas – Falhas verticais que começam na zona de contacto com o chão. Podem ser superficiais ou profundas. São resultado de uma má ferração, tempo quente, dieta desiquilibrada ou constante pressão sobre superfícies duras. Geralmente não afecta o comportamento do cavalo, mas devem ser tratadas assim que sejam detectadas.
- Laminite – Inflamação das estruturas laminares, também conhecidas por lamelas ou lâminas, que interrompe a circulação. É um dos problemas mais comuns nos cavalos e sobretudo póneis. Pode ser causada por uma má ferração, toxicidade das cólicas, alguns medicamentos, lesão ou excesso de carga.
- Podridão da ranilha – Infecção bacteriana que causa mau cheiro e amolece a zona da ranilha. Pode resultar de uma má limpeza dos cascos.
Informação tirada: http://arcadenoe.sapo.pt/article.php?id=589Como agir se cairmos e ninguém estiver por perto:
O mais seguro e recomendável e nunca ir dar passeios sozinha mas para quem tem cavalos em casa e mais ninguém perto que tenha cavalos e difícil por isso o melhor que se pode fazer e avisar que vamos dar um passeio e dizer onde, se cairmos e tivermos o azar de n termos rede e de ser mesmo muito mau alguém a de vir a nossa procura!
Se não for grave levantas-te e voltas a montar ou vais para casa com o cavalo a mão se o cavalo estiver ferido e para isso que deve-mos sempre levar um mini kit de emergência!
post sobre o assunto:http://adorocavalos2.blogspot.pt/2013/03/topico-da-semana.html
http://adorocavalos2.blogspot.pt/2013/03/topico-da-semana_25.html
Mas eu não posso falar muito mesmo ja andando a quase 5 anos na equitação nunca cai, o que acham isso a mau ou bom?Quantas vezes ja cais-te?
Deixem a vossa opinião nos comentários!
sexta-feira, 29 de março de 2013
Topico da semana!
Doenças de pele:
Os fungos estão normalmente presentes no meio ambiente e na pele dos animais com uma certa abundância, mas apenas algumas espécies apresentam a capacidade, em determinadas circunstâncias, de causar doença. Tradicionalmente, os problemas de pele nos cavalos não são considerados situações particularmente preocupantes. Na verdade, alguns acabam por se resolver espontaneamente sem qualquer tipo de tratamento, embora possa demorar algum tempo. Outros, porém, tornam-se bastante críticos, quer pela possibilidade de contágio ao homem, como é o caso da tinha (infecção por fungos) e da sarna (infecção por ácaros, pequenos parasitas da pele), quer pela gravidade da doença propriamente dita e dos seus sintomas.
(Hipersensibilidade à picada das moscas)
Animais com prurido intenso, por exemplo, coçam-se até no próprio arreio ou em qualquer superfície rugosa ou mesmo cortante, provocando feridas que constituem uma porta de entrada para todo o tipo de infecções. Vamos agora debruçar-nos sobre algumas situações que afectam a pele dos cavalos, começando pelas mais frequentes. Os fungos estão normalmente presentes no meio ambiente e na pele dos animais com uma certa abundância, mas apenas algumas espécies apresentam a capacidade, em determinadas circunstâncias, de causar doença (tinha ou dermatofitose). Por essa razão, uma amostra de pêlos que revele a presença de fungos não é necessariamente significativa. Por outro lado, os fungos são agentes que facilmente se instalam secundariamente quando outros factores danificam a pele, ou mesmo quando o sistema imunitário se encontra enfraquecido, não sendo por vezes a causa primária da doença. Neste tipo de infecção por fungos (dermatófitos) os animais afectados apresentam várias áreas de descamação e alopécia (zonas sem pêlo), com ou sem prurido, não estando geralmente envolvidos a crina e a cauda.
(Infecção por Fungos)
As situações de natureza alérgica são também bastante frequentes, podendo ser causadas por alimentos, pelo contacto com produtos químicos aplicados nas instalações, por medicamentos, por produtos de limpeza ou insecticidas aplicados sobre os animais, por picadas de insectos, etc.. As picadas das moscas são precisamente uma das principais causas de reacções alérgicas no cavalo. Existe uma grande variedade capaz de desencadear este tipo de reacções, mas as Culicoides são talvez as mais frequentes. São moscas extremamente pequenas (1 a 3 mm) mas de picada dolorosa, activas em tempo quente e sem vento (pois são fracas voadoras) e alimentam-se desde o cair da noite até ao amanhecer. As larvas desenvolvem-se em águas estagnadas. Apenas alguns cavalos desenvolvem uma reacção de hipersensibilidade às suas picadas, havendo uma certa predisposição familiar. As lesões localizam-se na cabeça, orelhas, peito, crina e base da cauda, podendo variar consoante a espécie de Culicoides. O prurido intenso é o principal responsável pelas lesões, levando os animais a coçarem-se em qualquer aresta ou mesmo a morderem-se. Esta situação tende a agravar-se ano após ano, após uma aparente melhoria durante os meses de Inverno, e não tem cura desde que estejam presentes Culicoides.
Infecção por fungos
O seu tratamento passa, portanto, pelo controlo destes insectos através do estábulo durante os períodos em que estes se alimentam, do uso de insecticidas ou repelentes, de redes para mosquitos, e ainda pela administração de medicação apropriada de modo a eliminar ou reduzir o prurido. Outros agentes que podem causar prurido intenso são os ácaros da sarna. Estes parasitas provocam lesões com localização diferente consoante a espécie a que pertençam: na cabeça e pescoço, na base da crina e da cauda, ou nos membros, mas em fases avançadas as lesões podem espalhar-se a outras zonas. Esta doença transmite-se por contacto directo e é contagiosa ao homem, embora geralmente sem grande gravidade. Certos animais desenvolvem reacções inflamatórias superficiais em zonas brancas ou despigmentadas do corpo (geralmente no focinho e na extremidade dos membros). São processos de fotosensibilização, associados geralmente à ingestão de certas plantas ou a alterações do metabolismo do fígado. Como podemos constatar, situações aparentemente idênticas podem ter causas bastante distintas.
Fotossensibilização
A base da cauda coçada e sem pêlo, por exemplo, é geralmente um sinal de parasitismo intestinal, mas também pode tratar-se de um caso de hipersensibilidade à picada de insectos, alergia alimentar, sarna ou apenas um vício comportamental. Mesmo depois do cavalo parar de se coçar ainda temos de esperar um a dois meses até a cauda voltar a crescer. Os tratamentos usados em dermatologia equina são muito variados consoante a situação a que se destinam, mas convém não esquecer que tratar os animais pode não ser suficiente: o ambiente, as camas, o material de limpeza, os arreios, devem merecer atenção pois estão muitas vezes implicados. Quanto aos cavalos de competição, fica também uma chamada de atenção: uma simples pomada, spray ou qualquer outro produto aplicado sobre a pele pode conter substâncias que, ao serem absorvidas, poderão vir a ser detectadas mais tarde nos testes de controlo antidoping.
Fonte: http://www.tudosobrecavalos.com
Os fungos estão normalmente presentes no meio ambiente e na pele dos animais com uma certa abundância, mas apenas algumas espécies apresentam a capacidade, em determinadas circunstâncias, de causar doença. Tradicionalmente, os problemas de pele nos cavalos não são considerados situações particularmente preocupantes. Na verdade, alguns acabam por se resolver espontaneamente sem qualquer tipo de tratamento, embora possa demorar algum tempo. Outros, porém, tornam-se bastante críticos, quer pela possibilidade de contágio ao homem, como é o caso da tinha (infecção por fungos) e da sarna (infecção por ácaros, pequenos parasitas da pele), quer pela gravidade da doença propriamente dita e dos seus sintomas.
(Hipersensibilidade à picada das moscas)
Animais com prurido intenso, por exemplo, coçam-se até no próprio arreio ou em qualquer superfície rugosa ou mesmo cortante, provocando feridas que constituem uma porta de entrada para todo o tipo de infecções. Vamos agora debruçar-nos sobre algumas situações que afectam a pele dos cavalos, começando pelas mais frequentes. Os fungos estão normalmente presentes no meio ambiente e na pele dos animais com uma certa abundância, mas apenas algumas espécies apresentam a capacidade, em determinadas circunstâncias, de causar doença (tinha ou dermatofitose). Por essa razão, uma amostra de pêlos que revele a presença de fungos não é necessariamente significativa. Por outro lado, os fungos são agentes que facilmente se instalam secundariamente quando outros factores danificam a pele, ou mesmo quando o sistema imunitário se encontra enfraquecido, não sendo por vezes a causa primária da doença. Neste tipo de infecção por fungos (dermatófitos) os animais afectados apresentam várias áreas de descamação e alopécia (zonas sem pêlo), com ou sem prurido, não estando geralmente envolvidos a crina e a cauda.
(Infecção por Fungos)
As situações de natureza alérgica são também bastante frequentes, podendo ser causadas por alimentos, pelo contacto com produtos químicos aplicados nas instalações, por medicamentos, por produtos de limpeza ou insecticidas aplicados sobre os animais, por picadas de insectos, etc.. As picadas das moscas são precisamente uma das principais causas de reacções alérgicas no cavalo. Existe uma grande variedade capaz de desencadear este tipo de reacções, mas as Culicoides são talvez as mais frequentes. São moscas extremamente pequenas (1 a 3 mm) mas de picada dolorosa, activas em tempo quente e sem vento (pois são fracas voadoras) e alimentam-se desde o cair da noite até ao amanhecer. As larvas desenvolvem-se em águas estagnadas. Apenas alguns cavalos desenvolvem uma reacção de hipersensibilidade às suas picadas, havendo uma certa predisposição familiar. As lesões localizam-se na cabeça, orelhas, peito, crina e base da cauda, podendo variar consoante a espécie de Culicoides. O prurido intenso é o principal responsável pelas lesões, levando os animais a coçarem-se em qualquer aresta ou mesmo a morderem-se. Esta situação tende a agravar-se ano após ano, após uma aparente melhoria durante os meses de Inverno, e não tem cura desde que estejam presentes Culicoides.
Infecção por fungos
O seu tratamento passa, portanto, pelo controlo destes insectos através do estábulo durante os períodos em que estes se alimentam, do uso de insecticidas ou repelentes, de redes para mosquitos, e ainda pela administração de medicação apropriada de modo a eliminar ou reduzir o prurido. Outros agentes que podem causar prurido intenso são os ácaros da sarna. Estes parasitas provocam lesões com localização diferente consoante a espécie a que pertençam: na cabeça e pescoço, na base da crina e da cauda, ou nos membros, mas em fases avançadas as lesões podem espalhar-se a outras zonas. Esta doença transmite-se por contacto directo e é contagiosa ao homem, embora geralmente sem grande gravidade. Certos animais desenvolvem reacções inflamatórias superficiais em zonas brancas ou despigmentadas do corpo (geralmente no focinho e na extremidade dos membros). São processos de fotosensibilização, associados geralmente à ingestão de certas plantas ou a alterações do metabolismo do fígado. Como podemos constatar, situações aparentemente idênticas podem ter causas bastante distintas.
Fotossensibilização
A base da cauda coçada e sem pêlo, por exemplo, é geralmente um sinal de parasitismo intestinal, mas também pode tratar-se de um caso de hipersensibilidade à picada de insectos, alergia alimentar, sarna ou apenas um vício comportamental. Mesmo depois do cavalo parar de se coçar ainda temos de esperar um a dois meses até a cauda voltar a crescer. Os tratamentos usados em dermatologia equina são muito variados consoante a situação a que se destinam, mas convém não esquecer que tratar os animais pode não ser suficiente: o ambiente, as camas, o material de limpeza, os arreios, devem merecer atenção pois estão muitas vezes implicados. Quanto aos cavalos de competição, fica também uma chamada de atenção: uma simples pomada, spray ou qualquer outro produto aplicado sobre a pele pode conter substâncias que, ao serem absorvidas, poderão vir a ser detectadas mais tarde nos testes de controlo antidoping.
Fonte: http://www.tudosobrecavalos.com
segunda-feira, 25 de março de 2013
Topico da semana!
Neste tópico vemos a importância da caixa de emergência!
Este vai ser um duplo topico da semana, pois vou tratar de dois assuntos...
- Febre;
- O que fazer se o cavalo se aleijar;
O mais importante e saber os sintomas de um cavalo com febre, e entende-los de forma a trata-lo ate o veterinário chegar, os cavalos quando estão doentes mesmo que nao seja febre, mormalmente nao reajem por completo ou tão rapidamente, então pode significar que algo esta mal e deve-mos ficar atentos, entao deve-mos ver se as orelhas do cavalo estao quentes se nao tiver-mos um termómetro a mao, se estiverem pode significar que o cavalos esta com febre, depois deve-mos confirmar a temperatura renal com o termómetro se estiver a cima de 37,5 a 38,5º nos cavalos adultos e
38,0 a 39,0º C nos potros e porque esta com febre agora que ja sabe-mos as características de um cavalos com febre deve-mos saber trata-lo ate o veterinário chegar.
- Cobertor de cavalo
- Pano úmido
- Grama
- Mosto de Bran
- Pelotas
- Água
- Medicamentos prescritos
- Permitir que o cavalo permanecer ao ar livre por algumas horas, se o tempo estiver quente. Se o tempo estiver chuvoso ou frio, mantenha o cavalo dentro e quente com um cobertor de cavalo.
- Preste atenção à temperatura do corpo do cavalo. Se o cavalo se torna quente e febril, cool-lo para baixo, esfregando seu corpo com um pano úmido. Ter o cavalo desgastar um cobertor se estiver frio. Monitorar o cavalo para que estas alterações e tratar adequadamente.
- Alimentar o cavalo alguma grama ou mosto de farelo húmidas ou pellets que foram encharcados de 20 a 30 minutos. De acordo com meu cavalo, grass é uma excelente fonte de umidade, vitaminas e e c e antioxidantes. Estes alimentos também são fácil de consumir e não vai irritar o cavalo se ele tiver uma garganta dorida, arranhada.
- Oferece o cavalo de um abastecimento constante de água. De acordo com meu cavalo, um cavalo que está em uma dieta de grama deve consumir em qualquer lugar de 4 a 5 litros de água por dia. Um cavalo doente também estarão mais inclinado a beber água que não é gelo frio.
- Fale ao veterinário do cavalo sobre o possível uso de medicamentos para tratar a frio do cavalo. Um veterinário pode prescrever medicamentos como flunixina meglumine ou phenylbutzone para tratar a febre do cavalo ou quaisquer dores e dores.
- Evite andar o cavalo ou usá-lo em qualquer capacidade de trabalho até que sua tosse e corrimento nasal são ido pelo menos uma semana.
- O que fazer se o cavalo se aleijar;
Quando a ferida estiver limpa deve ser aplicada uma solução anti-séptica, para evitar infecções.
Se a ferida for pequena pode ficar exposta ao ar para que a pele respire. Em caso de duvida ou se a ferida ficar inflamada e com corrimento acompanhado de mau cheiro, deve-se chamar o veterinário.
Por norma e e óbvio quando uma ferida e grave quer seja pela dimensão quer seja pela contida-de de corrimento de sangue.
Qualquer ferida junto as articulações requer atenção veterinária urgente.
Uma ferida em profundidade nunca deve ser suturada, pois a ferida pode parecer bem no exterior mas no interior estar infectada.
Se a ferida tem hemorragia constante o dono devera colocar sobre a ferida gaze/r gorda ou saturada(nunca por algodao ou gaze seca sobre uma ferida) e mante-la no sitio com uma ligadura elastica aderente , ou por falta desta uma ligadura de descanlo ou trabalho. E o veterinario deve ser chamado com urgência
Neste tópico vemos a impostancia de um kit de primeiros socorros.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Textos soltos!
Se estas a ler isto possivelmente és um amante de cavalos,
uma pessoa que não os acha so animais, que sabe que são mais do que isso, que
quando olha para os olhos deles n ve percebe o que sentem, e que por vezes se
vê a falar sozinha com eles, que quando vão a caminho da equitação e sentem a
barriga cheia de borboletas que as vezes mais parecem abelhas zangadas, e com
uma emoção e amor que os consomem, que mesmo só de tocar num cavalo, de olhar
para um se sentem contentes ou sorriem, mas n chega essas pessoas apaixonadas
por estes animais, não se contentam com isso, é ao mesmo tempo n são daquele
tipo de pessoas que só esta bem em cima do cavalo, mas que gosta de os limpar e
de olhar para ele, e algo que nasce connosco, as vezes e como uma semente no
inverno que fica adormecida para na primavera crescer, as vezes não se
apercebem que adoram estes animais as vezes e preciso alguém que conhece-mos
nos incentivar mas quando experimenta-mos nunca mais pode-mos parar.
Eu sou assim esta paixão no inicio assustou-me especialmente
quando ia para a equitação e sentiam as borboletas assassinas na minha barriga,
e pensava se calhar não gosto assim tanto se calhar penso que gosto mas não, e
foi assim durante 2 anos ate perceber que esta contente animada por ir para a
equitação.
Se tivesse de para de andar a cavalo não era a Adriana era a
“Adriana” continuava a ser eu mas n completamente, e porquê com aspas porque
quando nós está-mos a dizer algo ironicamente ou que mesmo sendo a mesma
palavra não tem o mesmo significado nos fazemos aspas com os dedos.
Já ando a 4 anos na equitação, não são muitos mas são alguns
e demorei este tempo todo a perceber isto.
Eu não sou nada de mais a montar desenrasco-me, ainda não “experimentei”
muito do mundo equestre nunca cai, sim parece estranho mas eu quero cair, só quando
cair e que vou pensar em comprar um cavalo para mim, por este andar só daqui a mais
4 anos!
sábado, 2 de março de 2013
Topico da semana!
Desta vez nao vou pedir desculpa por nao escrever a séculos *aplausos* quer dizer ninguem deve sentir falta deles mas eu escrevo porque gosto!
Esta semana vou falar de........kit de emegençia medica como fazer.
Como eu acho que mais vale prevenir do que remediar, esta informação para mim e essencial.
Um Kit de primeiros socorros pode fazer a diferença no tratamento de um cavalo ferido enquanto se espera pelo veterinário. Tanto no estábulo, como nos passeios, a assistência rápida assume um papel importante quer para estancar o sangue, quer para minimizar o sofrimento do animal. Assim, um kit de primeiros socorros deve conter os materiais necessários para qualquer situação de emergência.
Os proprietários de cavalos devem ter dois kits de primeiros socorros: o kit principal, mais completo que deve ser mantido no estábulo e um kit secundário, apenas com o mais básico, que deve acompanhar o cavalo em qualquer deslocação. Caso esteja a transportar um cavalo num atrelado ou vagão recomenda-se o recurso ao kit principal.
Kit principal
O Kit principal deve ser uma caixa impermeável, capaz de proteger os materiais da chuva, humidade e calor. Deve estar num sítio de fácil acessibilidade e de preferência perto ou mesmo no estábulo.
Materiais:
Caso não saiba usar algum destes materiais, deve falar com o veterinário e pedir que ele lhe explique os passos para uma correcta utilização. Depois deve praticar no cavalo, antes de estar pronto para agir numa situação de verdadeira emergência.
Kit secundário
O Kit portável deve acompanhar sempre o cavalo, contudo deve ser pensado tanto para o cavaleiro como para o animal. Muitos proprietários de cavalo caiem no erro de tentar aparelhar este kit com materiais não básicos, o que o torna pesado e demasiado grande, fazendo com que muitas vezes seja deixado para trás. Evite sobrecarregar este kit, uma vez que o objectivo principal é o fácil transporte.
Materiais:
Nunca retire nada da caixa, sem repor o mais rapidamente possível, isto inclui emprestar material ao vizinho ou material que foi gasto com uma emergência. Nunca se sabe quando pode acontecer uma emergência e o kit deve estar sempre completo. Para além disso, os materiais devem ser substituídos de acordo com o prazo de validade.
Estes kits são para casos de emergência básica e pensados para serem transportados. É aconselhável que se tenha também uma local maior onde se possa armazenar, por exemplo, medicamentos e outros produtos relacionados com a saúde do cavalo. Geralmente os proprietários têm a tendência de armazenar cada vez mais objectos e o objectivo destes kits é manter apenas o essencial.
Retirado:
http://arcadenoe.sapo.pt/article.php?id=325
Esta semana vou falar de........kit de emegençia medica como fazer.
Como eu acho que mais vale prevenir do que remediar, esta informação para mim e essencial.

Os proprietários de cavalos devem ter dois kits de primeiros socorros: o kit principal, mais completo que deve ser mantido no estábulo e um kit secundário, apenas com o mais básico, que deve acompanhar o cavalo em qualquer deslocação. Caso esteja a transportar um cavalo num atrelado ou vagão recomenda-se o recurso ao kit principal.
Kit principal
O Kit principal deve ser uma caixa impermeável, capaz de proteger os materiais da chuva, humidade e calor. Deve estar num sítio de fácil acessibilidade e de preferência perto ou mesmo no estábulo.
Materiais:
- Rolo de algodão
- Rolo de gaze
- Ligaduras
- Uma Tesoura de bico curvo e outra pontiaguda
- Spray anti-séptico
- Betadine, ou outro produto semelhante
- Soro fisiológico
- Repelente
- 1 pacote de sal, que pode ser misturado com águas para lavar feridas
- Garrafa de água esterilizada
- Uma bacia de plástico
- Vaselina
- Termómetro
- Gelo
- Óleo mineral
- Agulhas
- Luvas
- Cortador de arame
- Ferramentas para retirar uma ferradura
- Corda
- Cabeçada
- Livro básico sobre como proceder numa emergência médica com cavalos
Caso não saiba usar algum destes materiais, deve falar com o veterinário e pedir que ele lhe explique os passos para uma correcta utilização. Depois deve praticar no cavalo, antes de estar pronto para agir numa situação de verdadeira emergência.
Kit secundário
O Kit portável deve acompanhar sempre o cavalo, contudo deve ser pensado tanto para o cavaleiro como para o animal. Muitos proprietários de cavalo caiem no erro de tentar aparelhar este kit com materiais não básicos, o que o torna pesado e demasiado grande, fazendo com que muitas vezes seja deixado para trás. Evite sobrecarregar este kit, uma vez que o objectivo principal é o fácil transporte.
Materiais:
- Um canivete
- Ligaduras
- Spray Anti-séptico
- Dinheiro
- Primeiros socorros para humanos – pensos e desinfectantes
- Números de telefone de veterinários, hospitais e outras autoridades como GNR e PSP
- Instruções para uso dos materiais, caso o cavaleiro seja encontrado inconsciente
- Bolsa impermeável com dados do cavaleiro – nome, idade, telefone, morada e outros dados relevantes
Nunca retire nada da caixa, sem repor o mais rapidamente possível, isto inclui emprestar material ao vizinho ou material que foi gasto com uma emergência. Nunca se sabe quando pode acontecer uma emergência e o kit deve estar sempre completo. Para além disso, os materiais devem ser substituídos de acordo com o prazo de validade.
Estes kits são para casos de emergência básica e pensados para serem transportados. É aconselhável que se tenha também uma local maior onde se possa armazenar, por exemplo, medicamentos e outros produtos relacionados com a saúde do cavalo. Geralmente os proprietários têm a tendência de armazenar cada vez mais objectos e o objectivo destes kits é manter apenas o essencial.
Retirado:
http://arcadenoe.sapo.pt/article.php?id=325
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Topico da semana..
Eu sou uma pessoa terrivel, digo que vou por um post e depois nada, mas como mais vale tarde do que nunca aproveitei o facto de estar doente e ter ficado em casa para escrever, o topico da semana.
Cólicas:
São um dos pesadelos dos criadores e donos de cavalos, para nos uma cólica não e nada de mais pois pode-mos vomitar, mas os cavalos não.
Eu acho que mais vale prevenir do que remediar, por isso fui a procura de maneiras de prevenir as cólicas.
E aqui estão elas:

O que fazer ate o veterinário chegar?
Não deixar o cavalo esponjar, atirar-se para o chão, fazê-lo andar a guia, mas n o monte..
Retirar toda a comida, mas deixar a agua.
Não medique o cavalo sem consultar previamente o seu veterinário.
Informações retiradas:
http://www.hvetmuralha.pt/cms/view/id/69
http://www.horseback.com.br/www/?p=1609
Cólicas:
São um dos pesadelos dos criadores e donos de cavalos, para nos uma cólica não e nada de mais pois pode-mos vomitar, mas os cavalos não.
Eu acho que mais vale prevenir do que remediar, por isso fui a procura de maneiras de prevenir as cólicas.
E aqui estão elas:
- Não dar mais que um quilo de ração em cada trato.
- Ter horários de alimentação, se o cavalo come a primeira vez as 8 deve comer sempre a essa hora.
- Ter o cavalo a pasto, especialmente se n se trabalhar muito com ele.
- Não mudar de marca de ração bruscamente.
- Examinar os dentes pode parecer que não mas se o cavalos mastigar mal pode ter cólicas.
- Estar inquieto.
- Falta de apetite(ou não).
- Deitar-se rolar repetidamente, as vezes ate se atirar para o chão, esponjar.
- Olhar para o seu abdômen.
- aumento da frequência respiratória e cardíaca.
- Suor.
- cavar o chão.
- aumento do volume abdominal.

O que fazer ate o veterinário chegar?
Não deixar o cavalo esponjar, atirar-se para o chão, fazê-lo andar a guia, mas n o monte..
Retirar toda a comida, mas deixar a agua.
Não medique o cavalo sem consultar previamente o seu veterinário.
Informações retiradas:
http://www.hvetmuralha.pt/cms/view/id/69
http://www.horseback.com.br/www/?p=1609
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